guegué medeiros

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Guegué Medeiros tem participado de trabalhos e dividido o palco com artistas como Gilberto Gil, Moacir Santos, Nelson Ayres, Filó Machado, Chico Pinheiro, Luciana Alves, Arnaldo Antunes, Lenine, Zeca Baleiro, Seu Jorge, Domiguinhos, Luiz Melodia, Mart ́nália, Emicida, Renata Arruda, Ney Matogrosso, Luiza Possi, Xangai, Quinteto da Paraíba, JP Sax, Adeildo Vieira, Zé Pitoco, Elba Ramalho, Arthur Maia, Jaguaribe Carne, Erick von Sohsten, entre outros. Hoje, acompanha os cantores Chico César, Hélio Ziskind e Márcia Castro.

Além de acompanhar grandes nomes do cenário musical, participou de festivais como Montreaux Jazz Festival, Womad Singapura, Brazil Day Festival, Jazz à Vienne, Festival internacional de Musique Universitaire (Belfort-França), Incontra Il Mundo (Roma-Itália), Weve Love Festival (Florence-Itália), Festival de Cinema de Toronto (Canadá), Poesiefestival (Berlin-Alemanha), Notturni in Villa (Milão-Itália), Afro Brasil (Tubinguen-Alemanha).

 

Sábado, 02/12 às 13h

Entrada Franca


 

new orleans jass band

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New Orleans Jass Band toca, há 51 anos, o autêntico jazz tradicional e dançante, tal qual o surgido no início dos anos 1900 em Nova Orleans. É um dos pouquíssimos grupos do gênero existentes no Brasil, e seu talento e fidelidade ao estilo musical são reconhecidos por todo o país e até mesmo no berço do jazz, os EUA.

Além da música bem executada, a diversão está sempre presente nos shows. Os músicos costumam sair do palco e passear entre os convidados, tocando para eles. Com a platéia infantil os shows viram uma grande festa em que os pequenos se envolvem com a música e com os instrumentos musicais. No repertório, temas da década de 20, que eram usadas como trilha sonora dos desenhos do pica pau, Tom e Jerry, entre outros!

 

Sábado, 02/12 às 15h30

Entrada Franca

 

diego moraes

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Conhecido pelo projeto Não Recomendados, o cantor e compositor Diego Moraes vem ganhando espaço e destaque na nova cena da música independente com sua elogiada voz.

Diego Moraes ficou conhecido pelo grande público com a participação do Ídolos em 2009 e lançou o CD/DVD de releituras de clássicos da MPB, pela EMI. Em 2011, foi convidado a participar do 21° Prêmio da Música Brasileira e dividiu palco com nomes expressivo, como Lenine e Caetano Veloso. Como intérprete e compositor, venceu inúmeros festivais (Festival “CANTA LIMEIRA”- SP, ""Prêmio Sorocaba de Música"" - SP, ""Botucanto"" - SP, ""FAMPOP"" Avaré - SP , FENAC, entre muitos outros).

Em 2015 uniu-se ao projeto Não Recomendados (Caio Prado - RJ e Daniel Chaudon - BSB) todos inquietos e com a mesma vontade: transformar, questionar e provocar os padrões comportamentais e viciados da sociedade. Não Recomendados já circulou pelas principais cidades do país, envolvendo participações especiais como Ney Matogrosso, Karina Buhr, Maria Gadú entre outros.

Com seu primeiro disco de músicas autorais que tem produção musical de Edu Capello, #ÉqueeuandodeÔnibus, o público se depara ironicamente em um cotidiano, repleto de alegrias, problemas sociais e solidão, com esse dom de conviver sorrindo e dançando com toda essa antítese. O gênero, drogas e amor foram premissa para o processo de repertório do novo disco de Diego Moraes.  Com Diego Moraes (voz), Wellington Viana (sax), Fernando Mumu (trombone), Fabio Ricardo de Oliveira (teclado), Edu Campello (guitarra) e Peo Fiorin (bateria).

 

Sábado, 02/12 às 18h

Entrada Franca


 

ideograma

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Ideograma | Duo de Emilio Martins e Daniel Grajew convida Otavio Gali e Manu Falleiros

Ideograma é um símbolo gráfico ou desenho que representa um objeto ou uma ideia. Seu caráter é obtido pela combinação de duas ou mais ideias com sentido relacionado. A proposta do duo Ideograma é unir elementos musicais distintos, partindo das matrizes rítmicas brasileiras para criar zonas de interseção com a música indiana, búlgara, africana, além do jazz e da música erudita, com temas autorais e releituras de temas tradicionais no formato de músic nstrumental.

O duo é formado por Emilio Martins nas percussões e Daniel Grajew no piano, teclado e acordeon. A instrumentação inclui percussões de diversos lugares do mundo: alafon, djembe, kalimba (África), ajon (Música andina, flamenco), berimbau, pandeiro, instrumentos inusitados (chão de ônibus, lata de café da década de 60), derbak (arábia), unidos ao piano, acordeon e programaçõe letrônicas.

Com Otavio Gali (baixo acústico), Manu Falleiros (sax soprano, flautas etnicas), Daniel Grajew (teclados) e Emilio Martins (bateria/percussão)"

 

Domingo, 03/12 às 13h

Entrada Franca


 

Trupe pé de histórias

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Trupe Pé de Histórias: “Letras”

A menina e seu amigo Mané Pipoca mergulham no mundo dos livros e letras. Juntos descobrem que as letras formam palavras, as palavras formam textos, textos fazem história e estas contam o que a imaginação quiser.  É um mundo sem limites.

A Trupe Pé de Histórias é um grupo de teatro e música, que tem como base de criação o jogo direto com a plateia. Nasceu, em 2008, da união dos atores Naya Sá e Tucci Fattore, a partir da experiência  em diversos trabalhos em grupos de teatro infantil, e conta com a parceria do multitalentoso José Eduardo Rennó em diversas criações, e com os arranjos dos músicos José Leônidas e Luís Santiago Málaga.

isturam linguagens como música, circo, bonecos, sombras e mágica, comandando uma deliciosa aventura imaginativa.

Criação e direção: Naya Sá e Tucci Fattore

 

Domingo, 03/12 às 15h30

Entrada Franca


 

acatum

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Grupo de percussão e vozes que tem como ferramenta principal a improvisação musical guiada por sinais que estabelecem o diálogo criativo entre os músicos e o regente. A música é construída através de um sistema de gestos corporais pré-estabelecidos para conduzir a criação coletiva.

O grupo tem integrantes de diferentes países da América Latina, como: Argentina, Uruguai, Chile e Brasil, um caldo de culturas que resulta em uma sonoridade única e que incorpora diferentes linguagens, como as desenvolvidas por Fernando Barba (Barbatuques) no Brasil através da percussão corporal e o sistema de sinais criado por Santiago Vazquez, músico argentino e fundador do grupo “La Bomba del Tiempo”.

Cada apresentação é sempre um momento de interação entre o público, os músicos e o regente, em que todos são convidados a participar através da escuta, do canto, da dança e da construção coletiva desse ritual.

 

Domingo, 03/12 às 18h

Entrada Franca