casa violeta

still3hori.jpg
 

No mood board da Casa Violeta, nova marca de Camila Cutolo (ex-Maria Garcia), rolou uma viagem rumo ao Marrocos para visitar Ives Saint Laurent. Seguiram para o Egito, Senegal e Madagascar, pousando em Salvador onde dançaram rodas de candomblé guiados por Carybé e Pierre Verger.

Do seu affair com a elegância sedutora-vintage de Robert McGinnis + as etnicidades, santidades, entidades e mandingas do Candomblé + a originalidade das fantasias do Secos e Molhados, nasceram peças únicas para serem penduradas na parede com escalas onde quiser imaginar.

A intensa pesquisa de materiais - e a busca de uma harmonia na mistura deles - é a espinha dorsal da marca. Metal com palha e chifre, pedras e cabaças com ossos, palha com madrepérola e corais, cerâmica com metal e pena, pedras semi-preciosas com palha, ossos com palha e conchas, são alguns exemplos dessa diversidade.

O principal objetivo desses talimãs vintage-glam-étnico-sem-pátria é enfeitar de forma original e levar pra sua vida a forte energia que tem os objetos feitos totalmente a mão com matérias-primas da natureza.

@casa_violeta