Diego Moraes

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No disco #ÉqueeuandodeÔnibus o público se depara ironicamente em um cotidiano, repleto de alegrias, problemas sociais e solidão, com esse dom de conviver sorrindo e dançando com toda essa antítese.

“Eu olho muito pro céu, é que ando de ônibus”, em “Muderno”, nos acorda à poesia do comum, à beleza do simples e à imersão natural nele. Já em “Não Recomendado”, ouvimos com clareza o grito abafado das minorias.

O gênero, drogas e amor foram premissa para o processo de repertório do novo disco de Diego Moraes.

Esse disco é consequência inevitável de uma realidade poética e política-contemporânea, sobrevivida no meio do caos social cosmopolita brasileiro.

 
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