Rivetto

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Com quatro anos de existência, a Rivetto nasceu do desejo de aplicar técnicas tradicionais de trabalho em couro na produção de bolsas e acessórios modernos, de design limpo e funcional.

A marca foi concebida pelo arquiteto italiano Luca Mirandola, 38 --ele mesmo artesão e estilista da Rivetto. Desde sua chegada ao Brasil, em 2011, Luca percebeu que, diferente do que já acontece em seu país há muito tempo, os brasileiros estão apenas começando a valorizar um produto artesanal.

"As marcas mais destacadas das passarelas europeias, sobretudo as italianas, possuem um alto grau de produção manual. Essas empresas empregam o trabalho de artesãos, que produzem em escala reduzida, mas com técnicas passadas de geração a geração. O público sabe reconhecer a qualidade, exclusividade e o valor de um produto assim", explica Luca. "Ao chegar ao Brasil, fiquei surpreso ao perceber que quase existe uma preferência por um produto feito em linha de produção em detrimento do artesanal. Não acho que estou nadando contra a corrente, mas explorando um novo nicho no país."

Foi o próprio interesse pela arquitetura que levou Luca a trocar as pranchetas pelo ateliê. Certa vez, explorando edifícios antigos do centro de São Paulo, Luca descobriu um artesão que há décadas confeccionava manualmente sapatos em couro. Como aprendiz, teve contato com técnicas de costura, modelagem, tingimento e trançado que passou a aplicar no desenvolvimento de bolsas e acessórios.

A arquitetura e a cidade por onde circula continuam fazendo parte da sua inspiração criativa, assim como as referências acumuladas na Itália, onde cresceu, e em Barcelona, na Espanha, onde viveu e trabalhou como urbanista.

Adepto ao conceito "slow fashion", o estilista e artesão afirma que um dos valores mais fortes da Rivetto é o fato de que cada produto é confeccionado por um só artesão. Ele próprio se encarrega de todas as fases do processo de criação, desde a modelagem e escolha do material,  até a confecção do produto. Cada peça é confeccionada com o cuidado e o rigor da tradição artesanal, aplicando técnicas como a costura manual ou até o tingimento, dependendo do produto.

"Cada uma das peças que sai do ateliê da Rivetto é minha forma de expressão, minha obra de arte e por isso, exclusivo. Gosto de pensar que o cliente terá em mãos não apenas um produto de alta qualidade, mas com história e identidade", afirma Luca.

 
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ModaDani Scartezini